Você foi contaminado pela síndrome do “Tá bom”?| por Lara

Olá pessoas!

Por quantas vezes nós deparamos com situações do cotidiano social ou profissional que para fugir de discussões interessantes, argumentos que podem levar a mudanças de processos ou tomar decisões que afetam diretamente nossas vidas, pelo simples fato de sempre terminar as frases com duas simples mas poderosas palavras.

“Tá bom”.

Quem aí já ouviu falar da síndrome do “Tá bom”?

Ninguém? Tem certeza?

Depois de contar a minha versão tenho quase certeza que muitos vão pensar: – Verdade já passei por isso.

Por que eu chamo de síndrome do Tá bom?

O “Tá bom” apareceu na vida em meados de 2016 para 2017 onde estava um tanto descontente com meu trabalho, faculdade e consequentemente com a vida, tinha colocado a direção do meu futuro em modo semi-automático. De fato minha vida era um novela das 9hrs de Manoel Carlos onde nada de diferente acontecia e tudo parecia sempre bom, sem mudanças e poucas ou quase nenhuma decisão revolucionária aparecia em minha vida. Eram poucos ou raros momentos em que eu conseguia sair da minha zona de conformidade não de conforto para deixar claro e tomar algumas decisões.

Uma delas foi comprar um bicicleta! Isso mesmo uma simples bicicleta para uma pessoa com a síndrome do “Tá bom” já era um desafio. Ao chegar na loja para escolher o meu mais novo e atual meio de transporte em Joinville comecei a olhar as bicicletas que estavam amostra e logo apareceu o consultor de vendas da loja para me ajudar. Por que ele apareceu logo pensei, era para ajudar ou atrapalhar?

E adivinha o que aconteceu?

A primeira opção que ele me apresentou eu aceitei sem exitar em nada!

Só falei “Tá bom” pode ser essa. Saiu da loja com uma bicicleta nova, mas se era o que deu desejava daí eu não sei..

Mas o que a compra de uma bicicleta tem com o tema de hoje?

Tudo!

Somos metralhados diariamente por tantas informações que chegamos até nos questionar se somos de fatos humanos, a comunicação presencial está cada vez mais difícil, o digital está tomando conta da interação humana chegando a ponto de quase decidir por nós. De certa forma esta acontecendo isso mesmo, concordamos com a grande maioria das coisas para evitar discussões ou questionamentos fácies de serem compreendidos. Um exemplo foi a escolha de uma bicicleta.

Se eu naquele momento tivesse falado: Olha obrigada pela sugestão, mas teria outra opção?

Creio eu que teria escolhida uma outra bicicleta ou melhor optaria pela primeira visto que os argumentos que tive com o vendedor… entenderam onde quero chegar?

A síndrome do “Tá bom” se for combatida pode levar a perdas que demorarão alguns anos a preenchidas ou curadas. O emprego do sonho!

Olha por quanta coisa eu precisei passar e todas elas com maestria,dedicação e fora muito aprendizado para que em 2018 eu olhasse para meu EU INTERIOR e falasse:

“NÃO ESTÁ BOM!”

E como cheguei a esse nível de entendimento?

Lendo muito e estudando sobre o auto-conhecimento e também participando de eventos do setor que desejo atuar – o marketing de conteúdo por exemplo. Fora isso indo a encontros do mesmo segmento que atuo e dentre outras ações.

Mas o principal foi não aceitar mais que a sociedade digital ou não tomassem decisões sobre minha vida e carreira e sim eu mesma colher os frutos de todos os meus acertos e erros e aprendem com eles.

Responda rápido: Hoje suas ações são baseadas em que propósito?

Está fazendo seu máximo colocando em “check” suas decisões profissionais ou pessoais?

Ou está deixando o barco á deriva esperando um vento nordeste conduzi-lá a um novo horizonte de possibilidades?

Não se deixe levar pela síndrome do “Tá bom” busque se conhecer melhor e deixe de lado o que te faz mal….

Boa semana á todos!

Lara

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